segunda-feira, 30 de junho de 2014

Psiquiatras reconhecem propensão às selfies como transtorno mental

A propensão para as selfies foi reconhecida oficialmente como um transtorno mental. Essa foi a conclusão dos cientistas da Associação Americana de Psiquiatria (APA).

Foto planshet info.ruNa opinião dos psiquiatras, as selfies são definidas como um distúrbio obsessivo-compulsivo caracterizado por um desejo permanente de se fotografar a si mesmo, colocando as fotos nas redes sociais, para compensar a falta de autoestima.

Os cientistas definem três níveis desse transtorno:

Primeiro nível – episódico: a pessoa fotografa a si mesma pelo menos três vezes por dia, mas sem colocar as fotos em redes sociais.

Segundo nível – agudo: a pessoa fotografa a si mesma pelo menos três vezes por dia e coloca as selfies em redes sociais.

Terceiro nível – crônico: a pessoa sente um desejo incontrolável de se fotografar ao longo do dia e colocar as fotos na Internet pelo menos seis vezes por dia.

Fonte

Serra Cinza: Frio, chuva e nuvens. Um resumo fotográfico local

© Ton Müller PhotographerCom vários dias sem uma gota de Sol, apenas chuvas, umidade e céu nublado na cidade de Veranópolis e região da Serra Gaúcha, resolvi fazer um compilado de fotografias deste clima que lembra a Europa e que nos deixa maravilhados e ao mesmo tempo, apreensivos por um raio de Sol afinal, precisamos. Confiram:

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Sebastião Salgado: O drama silencioso da fotografia

Uma pessoa inspiradora em um evento inspirador. Em 2013, o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado participou de uma conferência do TED, em Los Angeles, EUA. A apresentação, que durou cerca de 16 minutos, foi gravada em vídeo e pode ser conferida na íntegra.

Sebastião Salgado é renomado internacionalmente por seu trabalho na fotografia. Possui sete livros publicados e já fotografou mais de 100 países em diferentes projetos. Não existe faculdade de jornalismo que não explore o trabalho de Salgado nas disciplinas voltadas à fotografia. Se existe eu certamente não matricularia meu filho lá.

Só que nessa palestra Sebastião Salgado vai além da profissão que o realizou. O fotógrafo conta como quase morreu após fotografar tanta morte e como passou a se sentir responsável por outra tipo de morte além da humana: a morte da natureza.

Entre 1994 e 2000, Salgado fotografou Êxodos. O projeto se tornou um livro de grande sucesso, mas transtornou o fotógrafo. Ele diz ter visto muita morte e ter chegado a perder a fé na humanidade durante um tempo. Os episódios que o fotógrafo presenciou e registrou em Ruanda fizeram com que ele adoecesse e, para sobreviver, teve que tomar a decisão de parar de fotografar e voltar ao Brasil.

Atordoado com a fotografia, voltou à fazenda em que foi criado, em Aimorés, Minas Gerais, e encontrou a região completamente desmatada. Isso fez com que Salgado e sua esposa Lélia começassem uma nova missão: fazer a floresta nativa renascer naquela terra.

Para construir o desenvolvimento, o desenvolvimento brasileiro, destruímos muito de nossa floresta. Como vocês fizeram aqui, nos Estados Unidos, ou fizeram na Índia, em todos os lugares neste planeta. Para construir nosso desenvolvimento chegamos a uma enorme contradição em que destruímos tudo ao nosso redor. (Sebastião Salgado)

O reflorestamento da região resultou na criação do Instituto Terra, uma ONG ambiental fundada no local por Sebastião e Lélia Salgado. Mais que isso, o projeto inspirou Sebastião Salgado a voltar a fotografar. Foi o empurrão necessário e que mais tarde se tornaria Genesis, um projeto que fez o fotógrafo mudar o foco que havia norteado toda a sua carreira.

Nessa época, meu desejo não era mais fotografar apenas um animal que eu tinha fotografado em toda minha vida: nós. Queria fotografar os outros animais, fotografar as paisagens, fotografar a nós, mas nós no começo, no tempo em que vivíamos em equilíbrio com a natureza. (Sebastião Salgado)

Vi no http://www.laparola.com.br/ enquanto curtia as matérias sensacionais do blog!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A mini câmera C3 da Polaroid

Apresentada no evento de tecnologia CES 2014, a mini câmera C3 como protótipo, foi idealizada pela Polaroid como sua mais nova aposta.

 2D11048274-c3.blocks_desktop_large    A câmera conta com um design moderno, original e muito diferente e tem apenas 35mm. Você pode fazer fotos com 5 megapixels, filmar em hd e armazenar dados. Possui 2GB de memória que pode ser expandida para 32 GB através do cartão micro SD. Tem microfone e luz de LED.

  A C3 é muito prática e compacta. É equipada com lente olho-de-peixe e revestida por um material que suporta queda, choque e é à prova d'água, sendo possível sua utilização debaixo d'água. O valor dela provavelmente vai girar em torno de U$ 99 e as cores que estarão disponíveis serão preta, azul e vermelha. [Fonte]Capa_polaroid_c3-660x350

polaroid-c3-136386577129502301

Polaroid-C31

terça-feira, 24 de junho de 2014

Ex-namorada e musa de Jimi Hendrix critica filme sobre o guitarrista

'Total invenção', afirmou Kathy Etchingham, mesmo sem ver o longa.


Uma ex-namorada do guitarrista americano Jimi Hendrix criticou o filme sobre o músico e o chamou de "total invenção".

Andre 3000 como Jimi Hendrix em 'All is by my side' (Foto: Divulgação)Kathy Etchingham, namorada de Hendrix entre 1966 e 1969, disse que não foi consultada sobre o filme, dirigido por John Ridley, que venceu o Oscar em março pelo roteiro de "12 Anos de escravidão".

Apesar de não ter assistido ao filme, Kathy baseou a reclamação em críticas e relatos sobre cenas que descrevem a relação do casal como turbulenta e que a mostram como vítima de violência do músico.

"É uma total invenção", disse Kathy Etchingham, que mora em Melbourne, a Fairfax Media. O filme "All is by my side" teve sua estreia mundial no ano passado no Festival de Toronto e foi exibido dia (5) no Festivam de Cinema de Sydney.

Etchingham foi considerada a musa de Hendrix, inspiração para várias canções. Ela pretende assistir ao filme. "[Hendrix] era uma pessoa amável, divertida, inteligente e sabia exatamente o que queria", disse a ex-namorada.

No filme, Hendrix, que morreu em 1970 aos 27 anos, é interpretado por Andre Benjamin, do duo de hip hop Outkast.

G1